quarta-feira, 31 de março de 2010

Domigo de Ramos

(foto: menbros do missao Jovem no domigo de Ramos)


O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.

O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.

Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.

Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.

O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11)
Olá Juventude Linda!!
estamos na semana Santa, e nosso Blog esta trazendo curiosidades, e informaçoes sobre este momento tão importante.


a porogramação em nossa Paróquia no ano de 2010 esta aqui:

- 31 de março; Quarta feira Santa.
• Missa as 7h, na Igreja Sanata Cecilia.
• Missa as 16h, no lar Fredderico Ozanam.
•Procissao do Encontro e Missao an Igreja Santa Maria, as 19h

-01 de abril; Quinta-feira Santa.
• Missa de Lavapés as 18h, na Igreja Santa Cecilia, seguida de adoração ate as 21h.
• Missa de Lavapés as 20h, ha Igreja Santa Maria, seguida de adoração ate as 0h.

-02 de abril; Sexta-feira Santa.
• Adoração ao Santíssimo das 6h as 12h, nas Igrejas Santa Maria & Santa Cecília.
• Celebração penitencial, as 8h30, na Igreja Santa Cecília.
• Ação liturgica, as 18h, na Igreja Santa Cecília. Em seguida, Procissao de Enterro.

-03 de abril; Sabado Santo.
• Veneração do Senhor Morto, das 7h30 às 11h30, na Igreja Santa Cecília.
•Vigilia pascal (benção do fogo Novo e procissao da Ressureição), às 20h, na Igreja Santa Maria.

-04 de abril; domigo da Ressurição
•19h Missa festiva no Santa Cecília.

vamos celebrar a paixão de Cristo, sua morte e ressureição, todos Juntos.
abraços.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Dom Bosco vem conosco caminhar

A alegria de ter recebido a urna de Dom Bosco, vai muito além do que ter em nosso meio ele, o pai mestre da juventude.
Não nos deixa apenas entusiasmados de tê-lo conosco, mas tamém nos remete a pensar sobre a santidade, sobre o que temos feito para nos tornarmos mais santos, nos faz refletir, sobre a vida de Dom Bosco, nos faz pensar como ele um homem tão pequeno pode ter feito algo tão grandioso para nós joven. Nos faz pensar tambem sobre a vida de oração, sobre a nosa maneira de orar, não apenas no mérito de nossa oração pessoal, mas sim sobre a nossa vida de oração.
Que com a alegria e entusiasmo de termos permanecido com as Relíquias de Dom Bosco ao longo da vigília da juventude, possamos nós a exemplo dele não apenas amar, mas sim fazer o outro sentir-se amado e fazer desse gesto um ato de oração.
E façamos com que esse momento unico não seja apenas um evento que como o nome diz é vento, que vai e passa, mas que seja um semente plantada em nossos corações pelas mãos e Dom Bosco e regadas com a água do Santo Espírito crescam e deem frutos, como nos disse Pe. André ao termindo das festividades.

domingo, 29 de novembro de 2009

Ser fermento na massa

São João Crisóstomo (cerca 345-407), bispo de Antioquia e depois de Constantinopla, doutor da Igreja – Homília 20 sobre os Actos dos Apóstolos

Ser fermento na massa

Há algo mais irrisório do que um cristão que não se preocupa com os outros? Não tomes como pretexto a tua pobreza: a viúva que pôs duas pequenas moedas na arca do tesouro (Mc 12,42) levantar-se-ia contra ti; Pedro também, ele que dizia ao coxo: “Não tenho ouro nem prata” (Ac 3,6), e Paulo, tão pobre que tinha muitas vezes fome. Não uses a tua condição social, pois os apóstolos também eram humildes e de baixa condição. Não invoques a tua ignorância, porque eles eram homens iletrados. Mesmo se tu eras escravo ou fugitivo, tu podias sempre fazer o que dependia de ti. Assim era Onésimo que Paulo elogiou. Serás tu de saúde frágil? Timóteo também o era. Sim, seja o que for que sejamos, não importa quem pode ser útil ao seu próximo, se ele quer verdadeiramente fazer o que ele pode. Vês quantas árvores da floresta são vigorosas, belas, esbeltas? E contudo, nos jardins, preferimos árvores de fruto ou oliveiras cobertas de frutos. Belas árvores estéreis…, assim são os homens que apenas consideram o seu próprio interesse…
Se o fermento não levedasse a massa, não seria um verdadeiro fermento. Se um perfume não perfumasse os que estão perto, poderíamos chamá-lo de perfume? Não digas pois que é impossível teres uma boa influência sobre os outros, porque se és verdadeiramente cristão, é impossível que não se passe nada; isso faz parte da essência própria do cristão… Será tão contraditório dizer que um cristão não pode ser útil ao seu próximo como negar ao sol a possibilidade de iluminar e aquecer.

domingo, 22 de novembro de 2009

Revolução Jesus

"Amar é a maneira mais concreta de salvar almas. Quando amo, me comprometo, me envolvo, me responsabilizo. Crio abertura ao eterno. Com isto posso salvar!
Salvar?
Justamente isto! Salvar quer dizer trazer de volta! Mas de volta de o quê? De volta aquilo que se é. Mas o que se é? Imagem de Deus, rosto humano de Deus. Salvar é trazer a face humana de Deus aqueles que se desfiguraram pela vida, pelas escolhas, pela injustiça…
Daí-me almas é um grito de sede de Deus. É preciso revolucionar, é preciso salvar, é preciso transfigurar aqueles que estão desfigurados. Uma linda missão! É uma urgência. Somos a grande Revolução do momento, vivemos a Revolução Jesus: Um meio de dar a Deus seus presentes: nós, eu e você e os outros.
Dar a Deus os jovens, crianças, adultos e acumuladores de juventude. Salvar é amar! Amemos o ser humano a fim de trazer à tona aquilo que ele é: Imagem de Deus. Assim a Revolução Jesus acontece na prática!"

Adriano Gonçalves

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

até quando

Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve
Você pode e você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu
Num quer dizer que você tenha que sofrer

Até quando você vai ficar usando rédea
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai ficar usando rédea
Pobre, rico ou classe média?Até quando você vai levar cascudo mudo?
Muda, muda essa postura
Até quando você vai ficando mudo?
Muda que o medo é um modo de fazer censura

(Refrão)
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ser saco de pancada?

(Repete refrão)

Você tenta ser feliz, não vê que é deprimente
Seu filho sem escola, seu velho tá sem dente
Você tenta ser contente, não vê que é revoltante
Você tá sem emprego e sua filha tá gestante
Você se faz de surdo, não vê que é absurdo
Você que é inocente foi preso em flagranteÉ tudo flagrante
É tudo flagrante

(Refrão x2)

A polícia matou o estudante
Falou que era bandido, chamou de traficante
A justiça prendeu o pé-rapado
Soltou o deputado e absolveu os PM's de Vigário

(Refrão x2)

A polícia só existe pra manter você na lei
Lei do silêncio, lei do mais fraco:
Ou aceita ser um saco de pancada ou vai pro saco

A programação existe pra manter você na frente
Na frente da TV, que é pra te entreter
Que pra você não ver que programado é você

Acordo num tenho trabalho, procuro trabalho, quero trabalhar
O cara me pede diploma, num tenho diploma, num pude estudar
E querem que eu seja educado, que eu ande arrumado que eu saiba falar
Aquilo que o mundo me pede não é o que o mundo me dá

Consigo emprego, começo o emprego, me mato de tanto ralar
Acordo bem cedo, não tenho sossego nem tempo pra raciocinar
Não peço arrego mas na hora que chego só fico no mesmo lugar
Brinquedo que o filho me pede num tenho dinheiro pra dar

Escola, esmola
Favela, cadeia
Sem terra, enterra
Sem renda, se renda. Não, não

(Refrão x2)

Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente

Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro

(Refrão)


como diz a música até quando nó vamos ser sacos de pancada. até quando a gente vai olhar pro céu com muita fé e pouca luta.... tá na hora de tirarmos as rédeas e mudar de atitude...

chega de ficar levando porrada, porrada?
chega de ficar sem fazer nada?
chega de ficar levando porrada, porrada?
chega de ser saco de pancada?

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Outonos e Primaveras

Primavera é tempo de ressurreição. A vida cumpre o ofício de florescer ao seu tempo. O que hoje está revestido de cores precisou passar pelo silêncio das sombras. A vida não é por acaso. Ela é fruto do processo que a encaminha sem pressa e sem atropelos a um destino que não finda, porque é ciclo que a faz continuar em insondáveis movimentos de vida e morte. O florido sobre a terra não é acontecimento sem precedências. Antes da flor, a morte da semente, o suspiro dissonante de quem se desprende do que é para ser revestido de outras grandezas. O que hoje vejo e reconheço belo é apenas uma parte do processo. O que eu não pude ver é o que sustenta a beleza.
A arte de morrer em silêncio é atributo que pertence às sementes. A dureza do chão não permite que os nossos olhos alcancem o acontecimento. Antes de ser flor, a primavera é chão escuro de sombras, vida se entregando ao dialético movimento de uma morte anunciada, cumprida em partes.
A primavera só pode ser o que é porque o outono a embalou em seus braços. Outono é o tempo em que as sementes deitam sobre a terra seus destinos de fecundidade. É o tempo em que à morte se entregam, esperançosas de ressurreição. Outono é a maternidade das floradas, dos cantos das cigarras e dos assovios dos ventos. Outono é a preparação das aquarelas, dos trabalhos silenciosos que não causam alardes, mas, que, mais tarde, serão fundamentais para o sustento da beleza que há de vir.
São as estações do tempo. São as estações da vida.
Há em nossos dias uma infinidade de cenas que podemos reconhecer a partir da mística dos outonos e das primaveras. Também nós cumprimos em nossa carne humana os mesmos destinos. Destino de morrer em pequenas partes, mediante sacrifícios que nos fazem abraçar o silêncio das sombras...
Destino de florescer costurados em cores, alçados por alegrias que nos caem do céu, quando menos esperadas, anunciando que, depois de outonos, a vida sempre nos reserva primaveras...
Floresçamos.

domingo, 23 de agosto de 2009

Jardim em meio ao deserto

Quando partimos da perspectiva do relacionamento entre as pessoas, muitas vezes, esbarramos nas limitações e diferenças que nos marcam. Em contrapartida, mesmo com essas dificuldades, continuamos buscando um outro “eu” que nos ensine a viver bem a vida, e como a música, suavizar a nossa existência.
A música, a poesia, a arte têm a capacidade de nos levar a um lugar que, muitas vezes, sozinhos, não conseguimos chegar: à reflexão, muito bonita, de quem somos e a qualidade daquilo que fazemos. E amizade transcende tudo isso, pois nos leva ao jardim secreto, para além dessa reflexão. O amigo nos toma pela mão, supera as diferenças, acolhe os nossos limites e ensina-nos a enxergar aquilo que temos de mais bonito: o nosso Jardim Secreto.
Para ser bem sincero, as marcas que a própria vida faz em nós, muitas vezes, levam-nos a enxergar o nosso coração como um grande deserto, lugar sem vida. Esse deserto a que me refiro, não é no sentido bíblico (lugar do encontro com Deus), mas sim, um lugar de morte, de solidão, onde parece que não vale a pena continuar. Mas o dom da amizade, um dos maiores que Deus nos deu, leva-nos a encontrar no nosso coração o nosso Jardim Secreto.
Um grande amigo traz consigo os “óculos de Deus”, enxergando-nos à maneira do próprio Senhor. Claro, ele nos vê na nossa realidade profana, em nossos limites; mas, ao mesmo tempo, enxerga-nos (acolhe-nos) na nossa dimensão sagrada. Vê em nós o belo, que nem nós mesmos enxergamos, acredita quando não acreditamos, não somente se compadece de nossas dores, como também nos ajuda e nos ama quando não sabemos agir nem reagir.
Como diz Vinícius de Moraes: “A gente não faz amigos, reconhece-os”. E esse reconhecimento acontece à medida que, na nossa vida, vemos nascer o fruto da esperança, da felicidade, o qual, é claro, não está livre das podas e do sofrimento. Mas até nisso nós percebemos o sinal da vida, pois para que a árvore cresça saudável, as podas são necessárias. Sem sofrimento não existe maturidade! À medida que você vê, sente e percebe que está nascendo ou que está encontrando esse Jardim Fechado, que é o seu coração naquilo que ele tem de mais bonito, tenha certeza de que Deus se encontrou com você, utilizando-se de um dos seus mais queridos instrumentos: UM AMIGO!
Reconheça esse Jardim Secreto em você, reconheça esse instrumento de Deus e com tudo isso aceite o amor que o próprio Cristo tem por você. Amor que não fica somente na cruz, mas que passa pelo coração de um grande amigo!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O peso que a gente leva...

Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?
As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?
Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu para nada.
É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.
E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É consequência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

Padre Fábio de Melo

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

E quando as coisas não são como o esperado?

E quando as coisas não são como o esperado?


Nem tudo é como você quer. Nem tudo pode ser perfeito! Pode ser fácil se você ver o mundo de outro jeito!


E que jeito é esse?


Tudo o que passamos na vida serve para o nosso crescimento.. Assim como a planta precisa ser podada, regada e adubada para crescer bonita, nós também precisamos passar por esse processo de sermos podados, adubados e regados!


O que nos poda? O sofrimento (muitas vezes é o não que levamos)


O que nos aduba? A superação daquilo que temos de pior (defeitos, limites, vícios)


O que e quem nos rega? A água do espírito santo, que nos é derramado por Jesus!


Podemos dizer que todas as experiências pelas quais passamos até hoje, serviram para o nosso crescimento diário… percebemos que a melhor forma de sair de uma ilusão, é com alguém lhe mostrando a verdade.. E às vezes essa verdade vem como um não!


“Não tenhas medo do que virá, toda a dor passará, nenhum sofrimento te atingirá... Se deixar o senhor te guiar, o melhor ele fará!”