sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal

"Natal é tempo...
de dar um toque na vida com as cores da esperança,
da fé, da paz e do amor.
Também é tempo de preparar,
em nosso coração e em nosso lar,
um espaço para acolher
as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré
e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.

Natal é tempo...
de olhar para o céu,
encantarmo-nos com a luz das estrelas
e seguir a estrela-guia.
É tempo abençoado de dar mais atenção
à criança que mora em cada um de nós
e às que encontramos em nosso peregrinar,
à procura do caminho que nos leva ao Deus-Menino.

Natal é tempo...
de mais uma vez ouvir, acolher
e repetir a mensagem alegre dos Anjos de Deus.
É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz e,
olhando para os “anjos aqui na Terra”,
dar a nossa contribuição,
para tornar este nosso espaço
um pouco mais parecido com o Céu.

Natal é tempo...
de contemplar o Menino Jesus e Sua Mãe
e envolvermo-nos em silêncio orante.
É tempo de agradecer as manifestações de Deus
e deixarmo-nos extasiar por esse Divino Amor que,
na fragilidade de uma Criança, nos braços de Maria,
veio iluminar nossa fé.

Natal é tempo...
de olhar para o mundo, alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção
e humildade os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples e,
em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.

Natal é tempo...
de pensar no irmão próximo e distante
e de colaborar para o renascer do amor.
É tempo de, amorosamente, recompor a vida,
perdoar e abraçar, com a ternura
e a misericórdia do Coração de Deus,
os registros de nossa infância e dos anos que já vivemos.

Na jubilosa esperança do Natal de Jesus Cristo,
estejamos atentos para perceber
e realizar o bem que estiver ao nosso alcance
e sermos um compreensível eco da mensagem de paz
daquela noite em que, gerado por obra do Espírito Santo,
de Maria nasceu o Salvador."

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL

Jesus Cristo, causa de nossa alegria

Será que Jesus é verdadeiramente o Messias esperado? A resposta não é dada em palavras porque o messianismo não é simples ideia ou teoria. É uma atividade concreta que realiza o que se espera da era messiânica: a libertação dos pobres e oprimidos.


Nenhum homem do Antigo Testamento é maior do que João Batista. Entretanto, João pertence ao Antigo Testamento, onde as profecias são anunciadas, e não ao Novo Testamento, onde elas se realizam.


O Evangelho do terceiro domingo do Advento nos apresenta a resposta de Jesus aos discípulos de João. O comportamento de Jesus não corresponde em tudo ao ideal messiânico de João, centralizado na dimensão penitencial da conversão. Por isso, ao ouvir falar das obras realizadas por Jesus, envia seus discípulos para perguntarem a Jesus se é ou não o Messias.


Em sua resposta, Jesus faz referências aos sinais que realizou. Esses sinais, contemplados à luz dos oráculos proféticos, revelam melhor do que qualquer outro a resposta de que Ele é o Messias e coloca em realce também que sua mensagem é uma boa notícia, uma grande alegria. A fé cristã é alegria
A grande e verdadeira alegria é conhecer Jesus e fazer que outros O conheçam. João Batista, para quem a conversão consistia em voltar a viver, no próximo, o amor a Deus pelo abandono do pecado, testemunha que ninguém pode viver sem o amor de Jesus.


Viver a mensagem de Jesus é viver na alegria. O compositor foi feliz ao intitular uma peça musical de sua autoria, como “Jesus, alegria dos homens” porque, com Ele, a alegria é completa.


A fé cristã é alegria que perpassa toda a vida. Essa alegria não está nos caprichos de nosso estado de espírito ou no sucesso de nossa vida. O cristão, mesmo em meio a contrariedades, mantém-se alegre porque sua alegria baseia-se na certeza do amor de Deus, que é puro e inalienável.


Essa é a única e verdadeira alegria – a mais profunda nasce de um coração convertido, onde todos os males são superados.


Dom Eurico dos Santos Veloso
Bispo Emérito de Juiz de Fora -MG

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fé e autoestima para vencer o gigante

Confiança em Deus e auto-confiança. É disso que trata uma das histórias que mais me influencia na Bíblia. A história de Davi. Especialmente o episódio onde ele derruba Golias. Essa história é narrada em 1 Samuel 17.

É impressionante a forma como o jovem futuro rei de Israel se apresenta diante de Saul. Com a confiança típica de quem já tem tudo sob controle. Mas ele era apenas um adolescente que caiu quase que de pára-quedas no meio daquela confusão toda. Davi confiava muito em si mesmo. Isso ele não escondia. Para ser autorizado a enfrentar o gigante ele argumentou com o rei de que já havia vencido leões e ursos selvagens em seu ofício de pastor de ovelhas. Era realmente um jovem muito valente e talentoso no que diz respeito à arte da batalha. E naturalmente, ele sabia disso e confiava bastante em si mesmo. O suficiente para pedir ao rei Saul autorização para degolar mais um inimigo corriqueiro de seu dia a dia, por acaso, um gigante que ameaçava escravizar todo o povo de Israel.

Sua outra fé inabalável era em Deus. Me impressiona o contraste de atitude dos soldados do exército de Israel que amarelaram diante do gigante e a atitude de Davi.“Quem é esse filisteu incircunciso para afrontar o exército do Deus vivo?”, exclamou Davi assim que soube do que se tratava aquela confusão. A única explicação para a atitude tola desse jovem (ok, convenhamos que não é normal um pequeno guri partir pra cima de um soldado gigante inimigo) é que ele realmente não via as coisas do ponto de vista das demais pessoas.

Enquanto todo mundo olhava para Golias e via um gigante invencível que estava a ponto de subjulgar a nação Israelita, Daví via as coisas de um modo completamente diferente. Golias era apenas um “incircunciso” que merecia, no minimo, pena de morte e daquelas bem humilhantes, por afrontar o povo de Deus. É nessa hora que eu me pergunto: porque eu deixo as coisas terrenas desse mundo, as cricuntâncias aparentes, as dificuldades, ou seja, os “gigantes” da minha vida, me amedrontarem? Onde foi parar a miha fé? Será que eu esqueci das palavras do mestre que diz que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”?

Confiar em meus talentos, dons, forças, virtudes é bom. Mas confiar em Deus é melhor ainda.

autor: Kennedy Lucas

blog fonte: http://coracaojovemblog.wordpress.com/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ser jovem sem deixar de Ser santo

Santidade tema que hoje é tabu para muitos jovens, muitos já se perguntaram se é possível ser jovem e santo ao mesmo tempo, alguns que afirmam que isso é impossível, e outros mostram que isso é possível e mostram além, que não só é possível, mas necessário.

Quando dizemos a palavra santo, logo nos vêm a mente, os padres, bispos, freiras, religiosos e religiosas mas, nunca nos vêm a imagem de um rapaz andando de skate ou então de um jovem como eu e você que estuda, que sai aos fins de semana com os amigos, dá risada e se diverte.

Hoje ser santo não é mais privilegio desses religiosos ou religiosas, nem de padres e bispos, hoje santidade é nosso dever, precisamos ser santos, necessitamos ser santos, ser santo hoje não se resumi em ir à Igreja todos os dias e ficarmos lá durante horas e horas de joelhos apenas rezando, ser santo hoje não impede você de sair pra uma balada com os seus amigos, e dar umas boas risadas, ser santo não implica onde você vai e com quem vai, ser santo implica no que você faz ou deixa de fazer, implica nas suas atitudes, implica em ser você sem deixar de ser de Deus, implica em ser correto e ético segundo os preceitos que seus pais te deram desde quando era criança e segundo os preceitos de Deus, ser santo é ser a presença de Cristo na vida dos outros.

Como disse- nos o Papa João Paulo II em sua carta a juventude “Precisamos de Santos sem véu ou batina, que usem calças jeans e tênis, que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos....” é isso o que precisamos, de jovens dispostos a serem jovens e serem santos ao mesmo tempo, jovens que estejam dispostos a mostrar para o mundo que santidade não tem idade, que santidade não é exclusividade de religiosos, que santidade está ai pra todo mundo. Que pra ser santo precisamos apenas buscar.


Luis Missao

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Como a igreja está acolhendo os jovens?

Pergunta difícil de ser respondida principalmente pela pluralidade que ela traz nas principais palavras: IGREJA E JOVENS.
Somo uma só Igreja, mas diversos são os jeitos de nos organizarmos e como Igreja nós temos variadas formas de entender a vida em comunidade, apesar de seguirmos o mesmo Evangelho e a mesma doutrina, nossa Igreja é enorme e muito plural. Por falar em pluralidade precisamos também dizer que falar de juventude é lembrar toda a diversidade que ela traz consigo e por isso é preciso muito cuidado para responder essa questão.
A Igreja começa a conhecer e a organizar os jovens através da Ação Católica Especializada, onde tínhamos os grupos JAC, JEC, JIC, JOC e JUC, os quais trabalhavam com os jovens das realidades: agrária, estudantil, independente, operária e universitária respectivamente. Essa foi a primeira forma que a Igreja encontrou para acolher e cuidar da juventude daquela época, depois vieram as herdeiras dessa organização que foram as Pastorais da Juventude: a PJMP, para organizar os/as jovens das classes mais populares e dos setores da sociedade mais excluídos e esquecidos, a PJE, para articular os/as jovens da escola, a PJR para envolver os/as jovens do campo e a PJ para acompanhar os/as jovens dos grupos das comunidades.
Assim foi por muito tempo o jeito que a Igreja adotou para revelar o seu rosto jovem e nesses grupos através de vários elementos pedagógicos e proféticos foi formando jovens protagonistas, conscientes e construtores/as do Reino de Deus, da tão sonhada Civilização do Amor.
Com o passar do tempo a Igreja foi encontrando outras formas de acolher e organizar a juventude, daí foram surgindo vários grupos, movimentos, novas comunidades, congregações, etc. As Pastorais da Juventude não perderam o seu espaço, mas foi aprendendo a partilhá-lo com as inúmeras expressões juvenis que foram aparecendo pelo caminho. Com essa diversidade de formas de organização, os/as jovens passaram a de forma livre, quando é possível, escolher o grupo com o qual se identifica e através dele viver o seu jeito de ser Igreja e de encontrar-se com Jesus Cristo.
O perigo é quando a Igreja não está pronta para acolher essas diversas expressões e põe entre os grupos métodos de comparação e até mesmo de hierarquia. Não nos cabe determinar qual é a melhor forma de se organizar e acolher a juventude, é preciso nos preparar para que consigamos dialogar com esses/as jovens e apontar para eles/as caminhos que proporcionem uma formação religiosa e social que lhes promovam um amadurecimento no processo de educação na fé.
Pesquisas apontam que a grande maioria dos/as jovens acredita em Deus, mas não possuem vínculos de compromisso com as religiões. Penso que esses dados nos desafiam quando propomos através da Igreja uma vivência do/a jovem com Deus e a juventude, mesmo crendo em Deus, não encontra na religião um espaço interessante e atraente.
O que nos falta? Pensando nessa questão gostaria de apontar algumas questões fundamentais: Promover espaços de escuta onde os/as jovens possam partilhar as suas vidas, ajudar ao jovem a perceber o valor e a beleza da espiritualidade enraizada, inculturada e libertadora, não fazer pelo/a jovem respeitar o protagonismo da juventude, estimular a construção de projetos de vida pessoais e comunitários, incentivar espaços de reflexão e aprofundamento das questões de afetividade e sexualidade, derrubar as cercas e ir ao encontro dos/as jovens em suas realidades, formar lideranças coerentes e testemunhas da sua fé, valorizar e apoiar as diversas iniciativas artísticas do mundo juvenil e estimular a juventude a viver bem a sua militância assumindo uma causa para doar a sua vida e para colaborar na construção do mundo mais justo e mais pacífico como todos/as sonhamos.
Como Igreja nós estaremos acolhendo cada vez melhor a juventude quando amarmos de forma incondicional, gratuita cuidadosa e respeitosa cada um e cada uma que se coloca a disposição para somar nesta comunidade de discípulos/as missionários/as de Jesus Cristo.


Fonte: http://pj.org.br/
Blog fonte: http://crismapsbento.blogspot.com

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Vamos sonhar juntos!!!!

"Ei! Juventude! Rosto do mundo
Teu dinamismo logo encanta quem te vê
A liberdade aposta tudo
Não perde nada na certeza de vencer." (8)

E é com essa pequena parte da música coração livre que convido vocês a refletirem, sobre nós, os jovens, a juventude que tantas pessoas dizem ser o futuro do planeta, a juventude que Bento XVI, ousa em dizer que não é esse tal futuro mas, sim o presente.

24 de Outubro de 2010, domingo, data histórica onde celebraremos os 25 anos do DNJ (Dia Nacional da Juventude), pois é, 25 anos de história, de lutas, de gritos de clamor para a construção de um mundo novo e melhor, hoje será que somos como os jovens de 25 anos atrás, jovens que almejavam um mundo novo, um mundo justo e fraterno, que gritava para que a sociedade nos ouvisse? vamos um pouco mais longe, peguemos como exemplo a juventude dos anos 60, movimento caras pintadas, diretas já, que derrubaram a ditadura militar, que vestiram a camisa e mostraram a nossa verdadeira face, será que hoje pensamos no bem comum da sociedade ou será que nos fechamos em torno de nós mesmos e de nosso amigos? será que hoje não nos tornamos uma juventude morta? onde engolimos tudo o que a mídia nos impõe sem ao menos questionar se isso é bom para nós e para o mundo?

No Jubileu do DNJ somos convidados a refletir o tema "Juventude muita reza, muita luta, muita festa, em marcha contra a violência", violência essa que mata todo ano em nosso país 37 mil jovens, e eu como me coloco diante dessa realidade cruel, como reajo ao saber que todo ano a violência ceifa a 37 mil jovens como e você.

Jovens sejamos verdadeiramente jovens, como foram os jovens dos anos 60 e como foram os jovens de 25 anos atrás que lutaram pelos nosso direitos, que lutaram por um mundo mais justo, que não sejamos uma juventude morta, mas sim uma juventude viva, alegre que faça o mundo estremecer com nosso grito. Que nós deixemos de apenas esperar, esperar dias melhores, dias de paz, dias a mais como é colocado na música do Jota Quest, e possamos sim fazer esses dias melhores, esses dias de paz, esses dias a mais realidade na nossa vida.

Afinal "Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade."
(Dom Quixote)


"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

(Madre Teresa de Calcutá)

www.youtube.com/v/AQLnK4vFsbg&rel=0&hl=pt_BR&feature=player_embedded&version=3">


E para marcar esses 25 anos de DNJ queremos celebrar com a juventude de todas as paróquias. Para isso convidamos vocês para se juntar a nós!
Dia 24 de outubro de 2010 apartir das 8h
Em frente a FAPIJA (Feira Agropecuária e Industrial de Jacareí)Avenida Nove de Julho - Jacareí
Saindo em caminhada as 9h para a Capela Santa Maria, onde haverá missa e outras atividades.
Rua Orlando Felipe Bonano, 850 - Jardim Santa Maria - Jacareí
Por Luis Missao

sábado, 2 de outubro de 2010

ESTA SEMANA VOCÊ TEM ALGO MUITO IMPORTANTE A FAZER.



Repasso a você uma mensagem da Comunidade Shalom.


Neste Domingo, eu e você iremos até a urna eletrônica para expressar a nossa decisão sobre quais as pessoas que melhor nos representarão nos governos Federal e Estadual.


Votaremos no Presidente, em 2 (dois) Senadores, no Governador e nos Deputados (Estadual e Federal) que desejamos eleger.


Escolheremos 6 pessoas que tomarão as decisões que influenciarão nossas vidas nos próximos 4 (quatro) anos ou mais. Porém, somente serão eleitas através da influência de algo que é direito nosso: o voto.


Esta escolha deve ser feita com critério, e levando em consideração os nossos valores, ou seja, o que consideramos ser mais valioso na promoção da paz e felicidade autêntica, e analisando também os valores vivenciados pelos nossos candidatos em sua vida pessoal e pública.


A liberdade religiosa é um valor para você? Educar seus filhos na sua fé é um valor para você? Proteger a vida de todo ser humano desde sua concepção é um valor para você? Promover a reta compreensão da sexualidade é um valor para você? Respeitar os símbolos religiosos é um valor para você? Orientar os homens e mulheres que se prostituem a tomarem um novo caminho é um valor para você? Ter a família (pai, mãe e filhos) como o núcleo central da sociedade, enquanto civilização do amor, é um valor para você?


Como eu acredito que a sua resposta é sim, sugiro responder as perguntas acima quanto aos valores dos seus candidatos e dos partidos que eles pertencem, pois dependendo das decisões que você tomar ao votar estes valores poderão ser defendidos ou esquecidos nos próximos anos.


Além disso, devemos avaliar quais candidatos possuem a competência e a coerência moral para desenvolver a nação e promover o povo brasileiro, de modo especial os mais pobres, dando a eles autonomia para conduzirem suas vidas e dignamente receberem o “pão de cada dia” a partir do fruto de seu trabalho.


Precisamos, nesta reta final da decisão eleitoral em nosso País, despertar a nossa consciência e daqueles mais próximos a nós para oferecermos ao Brasil um voto esclarecido, diante das propostas que realizarão um progresso verdadeiro de cada indivíduo e da sociedade, bem como votar em candidatos que apresentem coerência na sua história de vida, entre o que dizem e fazem.
Neste próximo Domingo seja coerente com sua fé e seus valores e não vote em candidatos e partidos que defendem o aborto ou que com eufemismo dizem que o aborto é uma questão de saúde pública, que querem tirar os símbolos religiosos dos lugares públicos restringindo a liberdade religiosa, que não apóiam o ensino religioso, que não favorecem o desenvolvimento e uma justiça social com dignidade e que fazem pouco caso da democracia.


Neste próximo Domingo seja coerente com sua fé e seus valores e vote em candidatos e em partidos que defendem a vida desde a sua concepção até o seu ocaso natural, a família, a liberdade religiosa e de imprensa. Apóie o ensino religioso e favoreça o desenvolvimento integral com uma digna justiça social e que defendam a democracia.


Vote com consciência. Não vote por interesse ou por conveniência! Lembre-se: você como cristão é também cidadão deste mundo e responsável, também através do seu voto, por ajudar a construir a civilização do Amor.


COMUNIDADE CATÓLICA SHALOM

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Para que servem minhas fraquezas?

Nossa meta maior sempre será retornar para Deus! Entretanto, os caminhos desta estrada de volta revelarão sempre a pessoa que somos, nossas virtudes e fracassos. Das virtudes, gostamos até demais delas! Dos fracassos, até nos causam pânico!

Quem se aproxima um pouco mais de Deus pela oração e direção espiritual, vai entendendo aos poucos que nossas fraquezas são amigas que, se ouvidas com vigilância e humildade, nos conduzirão para uma contínua conversão.

São Pe. Pio de Pieltrecina afirma que "se Deus permite que você vacile em alguma fraqueza, não é porque o abandonou; ao contrário, Ele está o fortalecendo na humildade e na vigilância."

Por isso, não tenha medo! Suas fraquezas podem ser, hoje, suas maiores e mais importantes aliadas!

Já havia pensado assim?


Fonte:http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/mensagem.php

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

NOTA DA COMISSÃO EPISCOPAL REPRESENTATIVA DO CONSELHO EPISCOPAL REGIONAL SUL 1 - CNBB

"Tudo é político ainda que o político não seja tudo". (Dom Pedro Casaldáliga, Bispo Hemérito do Prelado de São Félix do Araguaia - MT)

Hoje nos colocamos em uma posição política partidária, ou melhor nos colocamos contra uma. Independente se sua convicções ideológicas e religiosas, que nas próximas eleições, dê o seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto.

Muito tem se falado sobre a relação do Partido dos Trabalhadores (PT) e o aborto, pois bem diante disso hoje, apesar de um pouco tarde, a Igreja em especial o Regional Sul 1 da CNBB. Deu o seu parecer sobre o assunto, o texto na integra segue abaixo.

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A Presidência e a Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, em sua Reunião ordinária, tendo já dado orientações e critérios claros para “VOTAR BEM”, acolhem e recomendam a ampla difusão do “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS” elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 que pode ser encontrado no seguinte endereço eletrônico “www.cnbbsul1.org.br”.

São Paulo, 26 de Agosto de 2010.

Dom Nelson Westrupp, scj
Presidente do CONSER-SUL 1
Dom Benedito Beni dos Santos
Vice-presidente do CONSER-SUL 1
Dom Airton José dos Santos
Secretário Geral do CONSER SUL 1

APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRASNós, participantes do 2º Encontro das Comissões Diocesanas em Defesa da Vida (CDDVs), organizado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB e realizado em S. André no dia 03 de julho de 2010,

- considerando que, em abril de 2005, no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos
Humanos da ONU (nº 45) o atual governo comprometeu-se a legalizar o aborto,

- considerando que, em agosto de 2005, o atual governo entregou ao Comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento no qual reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher,

- considerando que, em setembro de 2005, através da Secretaria Especial de Polítíca das Mulheres, o atual governo apresentou ao Congresso um substitutivo do PL 1135/91, como resultado do trabalho da Comissão Tripartite, no qual é proposta a descriminalização do aborto até o nono mês de gravidez e por qualquer motivo, pois com a eliminação de todos os artigos do Código Penal, que o criminalizam, o aborto, em todos os casos, deixaria de ser crime,

- considerando que, em setembro de 2006, no plano de governo do 2º mandato do atual Presidente, ele reafirma, embora com linguagem velada, o compromisso de legalizar o aborto,

- considerando que, em setembro de 2007, no seu IIIº Congreso, o PT assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público como programa de partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir este programa,

- considerando que, em setembro de 2009, o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto,

- considerando como, com todas estas decisões a favor do aborto, o PT e o atual governo tornaram-se ativos colaboradores do Imperialismo Demográfico que está sendo imposto em nível mundial por Fundações Internacionais, as quais, sob o falacioso pretexto da defesa dos direitos reprodutivos e sexuais da mulher, e usando o falso rótulo de “aborto - problema de saúde pública”, estão implantando o controle demográfico mundial como moderna estratégia do capitalismo internacional,

- considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), decreto nª 7.037/09 de 21 de dezembro de 2009, assinado pelo atual Presidente e pela ministra da Casa Civil, no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País,

- considerando que este mesmo Congresso aclamou a própria ministra da Casa Civil como candidata oficial do Partido dos Trabalhadores para a Presidência da República,

- considerando enfim que, em junho de 2010, para impedir a investigação das origens do financiamento por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil, o PT e as lideranças partidárias da base aliada boicotaram a criação da CPI do aborto que investigaria o assunto,

RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalizacão do aborto.

Convidamos, outrossim, a todos para lerem o documento “Votar Bem” aprovado pela 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, reunidos em Aparecida no dia 29 de junho de 2010 e verificarem as provas do que acima foi exposto no texto “A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil” (http://www.cnbbsul1.org.br/arquivos/defesavidabrasil.pdf), elaborado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, ligadas à Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, ambos disponíveis no site desse mesmo Regional.

COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL 1 DA CNBB
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Agora cabe a cada um de nós repensar. Vou ajudar a transformar em realidade aquilo que poderá ser o maior genocidio de nossa história onde seres indefessos serão brutalmente mortos?

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Para encontrar a pessoa certa é preciso ser a pessoa certa

É preciso preparar-se para o namoro

Vivemos em uma sociedade que cada vez mais despreza todas as formas de compromisso e de seriedade relacional. Diante disso, experiências de supostas aventuras momentâneas acabam, na maioria das vezes, prevalecendo diante do desejo de se viver um comprometimento sério no namoro.

De fato, em meio às frágeis concepções relacionais existentes em nosso tempo, torna-se cada vez mais difícil encontrar “a pessoa certa” para se viver um sadio relacionamento afetivo. Além do que, neste processo de encontrar a pessoa certa muita paciência e sabedoria são necessárias.

Aqui se aplica concretamente a antiga máxima: “Antes só do que mal acompanhado”, pois, em tais circunstâncias uma escolha errada pode acarretar terríveis e desagradáveis consequências: afetivas, emocionais e existenciais.

Para se encontrar a pessoa certa é preciso antes ser a pessoa certa, ou seja, é necessário estar preparado para tal encontro, para, assim, poder oferecer o melhor de si ao outro.

O namoro é uma realidade para a qual é preciso preparar-se, e preparar-se bem: através oração e vivência dos sacramentos, buscando a própria cura interior, procurando moldar as fragilidades do temperamento, entre outros.Enfim, para ser a pessoa certa para o outro se faz necessário estar bem consigo, com os próximos e, principalmente, com Deus.

E só está realmente bem aquele que não centrou seu coração em si mesmo, mas n’Aquele que lhe é infinitamente superior, dando a Este a total prioridade em tudo o que se é e se faz. O encontro com um “outro” não pode ser a única e cega meta da vida, mas ao contrário, deve ser a simples consequência do encontro com o “Outro”, que confere o verdadeiro lugar para todo e qualquer afeto humano.

Quem ainda não colocou o Sagrado no centro de sua existência não está pronto para viver um relacionamento sadio, pois correrá o sério risco de divinizar o outro, dando a este um lugar devido somente a Deus e, consequentemente, exigindo dele o que somente o Senhor pode lhe oferecer, tornando, dessa forma, a relação pesada e sufocante.

Existem lacunas em nós que somente o amor de nosso Autor poderá preencher, e apenas a partir de um profundo encontro com Ele nossos relacionamentos poderão tornar-se maduros e realmente bem sucedidos.

O amor só pode ser vivenciado com vida e equilíbrio, onde o “Amor” verdadeiramente saciou as fragilidades e vazios do coração.

Vivendo a partir de tais princípios e cuidando sempre e bem do coração, nós nos tornaremos capazes de inaugurar as devidas vias que precederão a tão desejada interação, a ser realizada pelo namoro, e poderemos assim saborear seu posterior êxito e plenitude.

Fonte blog: http://giovanabertolini.blogspot.com/

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

VOTOS AOS 16: uma conquista do povo brasileiro

Uma conquista da juventude brasileira o voto facultado aos jovens entre 16 e 17 anos é, ainda hoje, objeto de debates e polêmicas no conjunto da população. Apesar do aumento significativo do número de alistados dentro desta faixa etária[2] são muitos os que se manifestam contra essa conquista e afirmam: “Ah, já que não pode ser preso porque o menor de 18 pode votar?”, “Ora, se não pode ser responsabilizado por seus atos, porque o jovem pode escolher os governantes do país?”.

Tais expressões, fruto de uma visão ainda preconceituosa e estigmatizada da juventude, nega o jovem como sujeito social com possibilidade de intervenção crítica e responsabilidade social e nega a juventude como tempo de participação social e de emancipação pessoal e coletiva. Em outras palavras, as posições contrárias ao voto aos 16 anos desconhecem a possibilidade de jovens que percebem a importância da política, acreditam na democracia e apostam que é possível mudar o mundo.[3]

Numa análise mais profunda, os dados revelam que é inconsistente a noção de que esta geração é mais apática do que as que lhe antecederam ou de que o neoliberalismo, com seu receituário individualista e desumanizador, tenha triunfado de forma definitiva sobre esta geração, sepultando todas as iniciativas de participação e transformação social a partir do olhar da juventude.

Ora, se é verdade que a lógica mercantilizada do modelo capitalista tem conseqüência direta nas relações de toda a sociedade conduzindo à máxima do “salve-se quem puder” é verdade também que existem dentro desta mesma sociedade grupos e pessoas que resistem e apostam em outras relações, baseadas na solidariedade e na busca do bem comum, de modo que, também os jovens, são influenciados por essas múltiplas visões da realidade coexistindo, portanto, entre as juventudes brasileiras tanto posições mais conservadoras e individualistas quando posturas mais progressistas e solidárias.

Segundo os pesquisadores Gustavo Venturi e Vilma Bokany[4], a noção de apatia juvenil esbarra em problemas de três ordens, que denunciam a inconsistência desta noção e a complexidade da questão da participação juvenil no cenário brasileiro:

a) o primeiro problema refere-se aos pressupostos de que as gerações anteriores tenham sido majoritariamente progressistas. Em verdade, confunde-se uma “minoria mitificada” com a suposta posição de toda a geração e constrói-se a imagem de que toda a juventude dos anos 60 e 70 eram militantes revolucionários, o que em definitivo não corresponde à realidade,

b) uma segunda questão diz respeito as interpretações apresentadas para a participação política no Brasil. É importante frisar que não só entre os jovens há um baixo nível de associativismo e participação, mas, pelo contrário, em todo o conjunto da sociedade há uma crise de mobilização e engajamento político sendo que a juventude em certa medida também reproduz essa tendência e, por isso, é acusada de ser, sozinha, responsável por toda a crise de participação política do país.

c) Por fim, temos o problema das leituras parciais que desconsideram as novas formas de associação juvenil e se esquecem de que, se é verdade que os jovens quantitativamente se organizam menos nas modalidades tradicionais de associação política (partido, sindicato etc.), é verdade também que, por outro lado, eles vêm construindo modalidades novas de participação e luta por direitos (ONG’s, movimentos ambientalistas, movimento negro, etc.) sem, contudo, abandonar por completo aquelas que eram mais comuns nas gerações lhe antecederam.

Deste modo, destacamos aqui três aspectos, dentre vários outros possíveis, para a defesa e mobilização em torno do voto aos 16 anos defendendo-o enquanto estratégia importante para a elevação do nível de tematização social da juventude e para o fomento a inclusão das demandas juvenis no debate eleitoral.

Um primeiro aspecto diz respeito a ruptura com o paradigma na apatia juvenil e consiste em, por meio de uma participação ativa dos jovens dentre 16 e 17 anos no processo eleitoral, demonstrar que não é verdadeira a tese de que toda a juventude, ou melhor, todas as juventudes são desmobilizadas e apáticas politicamente.

Uma segunda dimensão refere-se ao incentivo à organização juvenil. Com a provocação à participação eleitoral dos jovens é possível incentivar a criação de grupos em interesse relacionados a essa questão como, por exemplo, a ação das redes, juventudes partidárias e entidades de apoio que se mobilizam pela defesa do voto adolescente como importante meio de interferência na discussão política do país.

Tais modalidades de mobilização social podem desempenhar um papel importante no que tange a associação política de jovens, sobretudo se tais campanhas relacionam-se com a promoção do voto crítico, do acompanhamento parlamentar, do engajamento social e do controle dos candidatos após o processo eleitoral monitorando e fiscalizando suas ações.

Por fim, o voto aos 16 anos pode significar ainda a inclusão do olhar dos jovens sobre as políticas que lhe dizem respeito e, portanto, a qualificação do debate sobre as políticas públicas de juventude dentro do processo eleitoral, suplantando o velho modelo da tematização dos jovens como objeto das políticas para a concepção do jovem como sujeito capaz de mediar, negociar, se contrapor e influir na constituição do debate sobre juventude a ser travado dentro da perspectiva eleitoral.

Assim, está colocado para os(as) ativistas pelo direitos da juventude um bom debate no que se refere ao voto aos 16 anos no sentido de que além de fomentar o alistamento eleitoral, com o objeto de assegurar a garantia desse direito juvenil, é importante ainda debater o voto dos jovens–adolescentes como possibilidade de mudança e de transição geracional, desencadeando processos de mobilização política, controle social e conscientização cidadã, certos(as) de que a eleição não será capaz de, sozinha, mudar os rumos do país e da sua juventude, mas, cientes de que, sem dúvida, ela representa um privilegiado momento para o debate por mais direitos e mais participação.



[1] Felipe da Silva Freitas, 22 anos, presidente do Conselho Estadual de Juventude do estado da Bahia e coordenador da Campanha nacional contra a violência e o extermínio de jovens.

[2] Segundo o TSE só entre 2006 e 2002 houve um aumento de 39% dos votantes com idade entre 16 e 17 anos.

[3] Segundo a Pesquisa Perfil da Juventude Brasileira realizada pelo Projeto Juventude / Instituto Cidadania, 54% afirmam que a política é muito importante, 53% afirmam que a democracia é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo e 59% afirmam que a participação popular nas decisões do governo é a melhor forma para resolver os problemas do país.

[4] VENTURI, Gustavo; BOKARY, Vilma. Maiorias adaptadas, minorias progressistas. In: ABRAMO, H.; BRANCO, P. Retratos da juventude brasileira: análise de uma pesquisa nacional. São Paulo: Instituto Cidadania e Fundação Perseu Abramo, 2005.

Autor/Fonte: Felipe da Silva Freitas

terça-feira, 29 de junho de 2010

Afetividade.


O homem tem carências afetivas, mas isso não quer dizer que começaremos a brincar com os sentimentos dos outros, brincar com o sexo e abusar fazendo do sexo o que bem entendermos.
A afetividade é amor puro e vivido de maneira santa. Somos chamados por Deus à santidade (I Ts 4, 7 8), a uma vida nova no Espírito. Temos que exercitar um namoro santo. A Igreja precisa de jovens santos; o mundo moderno ainda muito mais.

Carência afetiva é uma necessidade, mas o uso indevido a trasnforma em pecado de impureza para o Nosso Deus. A afetividade nos apresenta a maturidade de três maneiras:

• Maturidade Psicológica Quando o jovem se toma maduro nos pensamentos. Começou a ter uma visão de mundo não infantil, mas jovem e de maneira mais crítica.

• Maturidade Física Quando o jovem amadurece o seu corpo. O homem toma forma de homem, voz, músculos e seus órgãos masculinos se desenvolvem e ficam adultos. O mesmo acontece na mulher. Isso significa apenas a maturidade física.

• Maturidade de Atitudes Quando o jovem alcança sua maturidade nas atitudes e atos, quando começa a perceber com a maturidade psicológica o que vem a ser certo e o que vem a ser errado.

A maturidade é sinal de que caminhamos na estrada certa, que evoluímos no projeto de Cristo. A imaturidade é sinal de que decaímos no oceano da desilusão e atravessamos a linha imaginária do pensamento não evolutivo, para o pensamento não involutivo. Seria uma saída para o jovem a vida que o mundo oferece? Os prazeres sociais que hoje conquistaram todos os extremos do mundo?

Por fim, a maturidade é sinal de responsabilidade. Ser responsável é estar com o outro respeitando. Isso faz o amor crescer. Ter responsabilidade tão qual a de um marido com sua esposa.

A maturidade e o grau que temos de buscar como jovens que querem ser santos, que querem servir a Deus como Santos hoje, na sociedade, na escola, na rodinha de amigos, devem se resumir à palavra chave de nosso grito: “Queremos ser santos hoje”. Nossa plena maturidade acontece quando alcançarmos a maturidade psicológica, física e de atitudes.






Mas não há nada que possamos fazer. O amor deve estar em alta! A vida sempre pode recomeçar.


Nosso destino é arriscar.



Dayane

sábado, 8 de maio de 2010

De mulher a heroína

Já é dia e meus olinhos mal conseguem enxergar o que esta acontecendo, só sei que diante de meus olhos esta um olhar tão bonito, umas palavras esquisitas soam em meu ouvido, parece ser uma melodia suave e cativante.Nas minhas mãozinhas eu sinto uma pele tão macia e cheirosa.

Meus olinhos agora começam a se abrir e nos meus lábios eu sinto algo que faz cosquinhas e de repente eu vejo diante de mim uma mulher e ao redor dela uma luz bem forte e dos olinhos dela caem pingos d’ água, é estranho, mas ela me olha e diz que esta chorando de felicidade por me ter em seus braços.

O tempo foi passando e ela foi me ensinando a chamá-la de um nome tão bonito, eu fui balbuciando até que pronunciei e ela soltou pingos d’água de novo, mas eu não entendia o porquê.

No dia em que eu tive dor de barriga ela me colou junto de seu peito e no meu ouvido disse que estava tudo bem que aquilo já ia passar.

Quando tentei ficar de pé pela primeira vez eu quase cai, mais foi quase porque eu senti uma mão tão grande e macia me segurando e depois me levantando e ai as mãos dela seguravam a minha e juntas caminhávamos pela casa inteira.

Nas noites em que eu não conseguia dormir e ficava chorando porque queria brincar essa mulher ficava do meu lado, perdia o sono dela só para que eu não ficasse sozinha.

Eu não sabia o nome dela, não conseguia falar direito e não entendia porque ela sorria a cada travessura que eu aprontava, porque ela chorava cada vez que eu fazia alguma coisa de errado.

O tempo passou e essa mulher bonita que eu admirava me ensinou a Ave-Maria e disse que eu tinha uma mãezinha que morava lá no céu, mas eu continuava sem entender. Mais tempo se passou sem ela precisar me explicar eu entendi que aquela palavra era MÃE e que eu vinha de Maria que é minha mãezinha do céu e eu era chamada de filho, entendi que aquela mulher que me curou a dor de barriga, que passou noites e noites acordada comigo se tornou minha heroína, mulher de super poderes que com um beijo é capaz de curar um machucado, que com um beijo de boa noite faz com que eu, filho, tenha os melhores sonhos.Quando ela chorava de tristeza era porque eu não entendia que MÃE é para se amar, se cultivar e colher dela todos os frutos.

A mulher que era apenas uma mulher diante de meus olinhos, agora é minha heroína do céu e da terra.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

# piquenique no parque



E a galera estava unida, como as antigas comunindades..


e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, (at 2,42a)

partilhando as vivencias, e tudo aquilo que tinham !

no partir do pão e nas orações. (at 2,42b)


Em cada alma, havia alegria, amor, uma grande chama acesa!

Em cada alma havia temor,(at 2,43a)


Em cada olhar do Jovem naquela tarde, demosntrava o puro afeto do mais profundo coração!


e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos.(at 2,43b)


Todos possuíam o mesmo objetivo, estavam pelo mesmo motivo!

Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum.(at2,44)


Perseverando na missão do dia a dia


E, perseverando unânimes todos os dias no templo,(at 2,46a)


demonstrando tudo o que há de bom


e partindo o pão em casa,(at 2,46b)


acolhiam cada gesto como único!


comiam com alegria e singeleza de coração,(at 2,46)


São tantos os amigos, tantas as histórias pra contar, tantos tombos e risadas...


louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. (at 2,47a)


Tantos momentos vividos, que a cada um Deus está presente, dando força pra toda a Juventude!


E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos! (at 2, 47b)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

# Semana da Cidadania.


Oii galeraaaaaaaaa !
Tudo certinho?
bom, Estamos na Semana da Cidadania,
E a abertura será dia 17 de abril,
às 8h na Praça Afonso Pena, Em São José dos Campos.
Com término previsto para às 12h
Leve seu tambor e seu apito, você Não Pode Ficar de Fora Dessa!
Para Mais Informações, Entre em Contato conosco:)

Missao
Dayane

Ps: Nós do Missão Jovem nos em encontraremos no ponto de ônibus do supermercado compre bem, ali do lado do Jacareí shopping, às 7h30 da manhã, Para Todos Irmos Juntos, ok? Todos Convidados!
A paaz!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Como é bom olhar para uma criança..



Como é bom olhar para uma criança
Tudo nela transmite pureza,
Seus gestos, sua voz,
Seu olhar...
Tudo encanta,
Tudo sugere alegria,
Tudo relembra poesia,
Sonhos e fantasia.
Quando olho uma criança,
Não posso deixar de pensar:
Ah, como seria bom,
Se o tempo pudesse parar,
E conservar para sempre,
A pureza desse olhar.




"Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança não entrará nele".. (Lucas 18,17)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Nossa Missão ♥

Olá pessoal, bom esse é mais um trabalho do Missão Jovem! :D
Com o dinheiro arrecado da nossa rifa, compramos ovinhos de pascoa, para distribuir às crianças carentes, no domigo de Pascoa.. e o pessoal saiu por ai, distribuindo alegria, amor, felicidades.. e ops é claro os ovos , rsrsrs..
veija o que algumas pessoas que participaram conosco, acharam desta experiencia..

axei mega maravilha =D
senti alegria enorme d ver a felicidade daquelas pessouinhas...
ah são coisas que a gente ñ descreve....sente!
parece aquelas conversinha chatas mais ñ é ñ
voce realment sente que esta fazendo o bem !!!

(Joice Veloso)

nossa Show d+.. .
Amei . . !
o que senti ?
Eu lembro de uma menininha chamada isadora.
que estava chorando . porque queria ver o coelhino .
ai eu cheguei perto dela.. e ela parou de chorar
sei la..Alegria . felicidade para as crianças.

(Willian)
Aaaah foi muito bom, são momentos assim
que nos vemos a graça que é fazer verdadeiramente a missão,
que nós podemos sentir de verdade
que estamos trabalhando juntos para construção
do Reino de Deus, da civilização do amor,
fazendo parte da utopia realidade.
(Luis Missao)
foi uma experiencia muito gratificante,
não há nada como ver o brilho no olhar
de cada pequenuxo daqueles *-*
fazer alguem feliz, não tem preço.
Nossa! Nossa! sempalavras, muito bom' ((:
(Dayane Cruz)

domingo, 4 de abril de 2010

Este é o dia que o Senhor fez para nós!
Alegremo-nos e nele exultemos!

Daí graças ao Senhor porque ele é bom, eterna é a sua misericórdia
A casa de Israel agora o diga, eterna é a sua misericórdia

Este é o dia que o Senhor fez para nós!
Alegremo-nos e nele exultemos!

A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou
Não morrerei, mas ao contrário viverei para contar as grandes obras do Senhor

Este é o dia que o Senhor fez para nós!
Alegremo-nos e nele exultemos!

A pedra que os pedreiros rejeitaram tornou-se agora a pedra angular
Pelo Senhor é que foi feito tudo isso, que maravilhas ele fez a nossos olhos

Este é o dia que o Senhor fez para nós!
Alegremo-nos e nele exultemos!


Páscoa: a esperança da ressurreição

A nossa força está na Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo!

O nosso dia-a-dia de cristão precisa ser vivido como num dia de Páscoa: Dia de alegria, de júbilo e de vitória! Essa é a esperança que deve estar no coração do combatente: a esperança da ressurreição.

Jesus, após ressuscitar, aparece aos apóstolos. Eles – que até então estavam tristes, abatidos e com medo por terem presenciado a morte d'Ele –, são tomados pela alegria da Ressurreição do Senhor.

A Páscoa é o ressuscitar de um novo tempo: é vida nova em Cristo. A Igreja celebra a vitória de Jesus sobre a morte e nos convida para assumirmos essa vida nova.

A alegria é fruto do Espírito Santo, por isso precisamos estar repletos d’Ele para que essa virtude preencha toda a nossa vida.

Feliz Páscoa!


Monsenhor Jonas Abib


sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sexta Feita da Paixão

Paixão do Senhor
"Chegado ao meio-dia,
houve trevas por toda a terra,
até às três da tarde.
Às três horas, Jesus exclamou em alta voz:
"Eloì, Eloì, lema sabactàni?"
que quer dizer:
Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste? (...)
Soltando um grande brado, Jesus expirou. (...)
Ao vê-Lo expirar daquela maneira,

o centurião, que se encontrava em frente d'Ele, exclamou:

"Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus".

Este é o momento onde a Igreja recorda a Morte do Salvador. É o único dia que não se celebra a Missa e não há consagração das hóstias. É celebrado a Solena Ação Litúrgica, Paixão e Adoração da Cruz onde inicia-se com a equipe de celebração entrando em silencio, e o padre se prostrando no altar em sinal de humildade e de tristeza. É realizada a narrativa da paixão, que narra os acontecimentos desde quando Jesus foi interrogado, a Oração Universal, que reza polos que não crêem em Deus e em Cristo, pelos Judeus, pelos poderes públicos, dentre outros, e a Adoração da Cruz. Há comunhão, mas as partículas não são consagradas na sexta, se consagra uma quantidade maior na quinta-feira, seu nome antigo é comunhão dos pré-santificados. A noite tradicionalmente é realizada a Procissão do Enterro.

Que seje esta minha Cruz: amor por qual “Ele” morreu,

Amor por qual “suou Sangue”.

Amor que Fez deste o maior Sacrificio.

Amor que relembramos aqui...

Amor que a Luz nos revela...

Amor que a Cruz me revela!


Quinta Feira Santa

nesta Quinta Feira Santa temos cinco momentos importantes..


1. Bênção dos Santos Óleos


Na Quinta-feira Santa, óleo de oliva misturado com perfume (bálsamo) é consagrado pelo Bispo para ser usado nas celebrações do Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação.

Sempre que houver celebração com óleo, deve estar à disposição do ministro uma jarra com água, bacia, sabonete e toalha para as mãos.
Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos.

Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia.

O motivo de se fixar tal celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos: Óleo do Crisma, Óleo dos Catecúmenos, Óleo dos Enfermos.

2. Ceia do Senhor (Lavapés)




A anteceder a Missa da Ceia do Senhor, o Arcebispo que preside lava os pés a doze pessoas que representam os doze Apóstolos. Assim se comemora o que fez Jesus e se actualiza a sua eloquente lição: «Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, levou até ao extremo este seu amor. [...] Levantou-se da mesa, depôs as vestes e tomando uma toalha pô-la à cinta. Depois de lhes lavar os pés [...], disse-lhes: ‘Compreendestes o que vos fiz? Vós chamais-me Mestre e Senhor e dizeis bem porque Eu o sou. Ora, se Eu, sendo Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo, para que, assim como Eu fiz, vós façais também'» (Jo 13, 1-15).

3. Istituição da Eucaristia

Segue-se a Missa da Ceia do Senhor. É uma celebração dominada pelo sentimento do amor de Cristo que, na véspera da sua Paixão, enquanto comia a Ceia com os discípulos, instituiu o Sacrifício-Sacramento da Eucaristia, como memorial da sua Morte e Ressurreição a celebrar, tornando-o sempre actual, no decurso dos tempos: «Durante a ceia, tomou o pão dizendo: - ‘Tomai e comei. Isto é o meu corpo, entregue por vós.' Do mesmo modo, tomou o cálice e, dando graças, deu-o aos discípulos dizendo: - ‘Tomai e bebei todos. Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna Aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de Mim'» (Lc 22, 19-20).

No momento próprio, o Presidente da celebração faz a homilia apropriada, com especial incidência na lição do lava-pés e no «mandamento novo» deixado por Jesus como testamento espiritual para os seus discípulos (Sermão do Mandato). «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. [...] É nisso que todos reconhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros como Eu vos amei a vós» (Jo 13, 34-35).

A Eucaristia foi instituída durante a noite, preparando antecipadamente a manhã da Ressurreição.
Jesus ficou na Eucaristia por amor..., por ti.

- Ficou, sabendo como O receberiam os homens... e como O recebes tu.
- Ficou, para que O comas, para que O visites e Lhe contes as tuas coisas e, chegando junto do Sacrário e na recepção do Sacramento te enamores mais de dia para dia, e faças com que outras almas - muitas! - sigam o mesmo caminho.

4.Transladação do Santíssimo

A transladação do Santíssimo tem notícias históricas desde o século II. Mas o rito da adoração, na quinta-feira santa entrou na Igreja a partir do século XIII e foi difundindo-se até o século XV.

Foi, portanto, a prática devocional da eucaristia a principal responsável para a adoração ao Santíssimo na quinta-feira santa, após a missa da Ceia do Senhor.

O rito atual é muito simples e tem o seguinte significado: após a oração depois da comunhão, o Santíssimo é transladado solenemente em procissão para uma capela lateral ou para um dos altares laterais da igreja, devidamente preparado para receber o santíssimo.

Antes da transladação, o sacerdote prepara o turíbulo e incensa o Santíssimo três vezes. Depois, realiza-se uma pequena procissão dentro da igreja, que é precedida pelo cruciferário (pessoa que leva a cruz processional), velas e incenso.

Após a transladação, a comunidade é convidada a permanecer em adoração solene até um horário conveniente. O significado é de ação de graças pela eucaristia e pela salvação que celebramos nestes dias do Tríduo Pascal.

5.Desnudação do Altar

A desnudação do altar hoje, é um rito prático, com a finalidade de tirar da igreja todas as manifestações de alegria e de festa, como manifestação de um grande e respeitoso silêncio pela Paixão e Morte de Jesus.

A desnudação do altar (denudatio altaris), ou despojamento, como preferem alguns, é um rito antigo, já mencionado por Santo Isidoro no século VII, que fala da desnudação como um gesto que acontecia na quinta-feira santa.

O sacerdote, ajudado por dois ministros, remove as toalhas e os demais ornamentos e enfeites dos altares que ficam assim desnudados até a Vigília Pascal. No antigo rito, durante a desnudação recitava-se um trecho de um salmo. O gesto da desnudação do altar tinha o significado alegórico da nudez com a qual Cristo foi crucificado.

O rito atual é realizado de modo muito simples, após a missa. Feito em silêncio e sem a participação da assembléia. As orientações do Missal Romano pedem que sejam retiradas as toalhas do altar e, se possível, as cruzes da igreja.

Caso isso não seja possível, orienta o Missal que convém velar as cruzes e as imagens que não possam ser retiradas.(Cf. Missal Romano, p. 253, n. 19).

O significado é o silêncio respeitoso da Igreja que faz memória de Jesus que sofre a Paixão e sua morte de Jesus, por isso, despoja-se de tudo o que possa manifestar festa.

http://www.auxiliadora.org.br/semanasanta.htm




quinta-feira, 1 de abril de 2010

Procissão do Encontro


Nosso Senhor do Passos e Nossa Senhora das Dores
Quarta Feira Santa.


Dentro da Semana Santa, também chamada de “A Grande Semana”, em muitas paróquias, especialmente no interior, realiza-se a famosa “Procissão do Encontro” entre: o Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores.
Os homens saem de uma igreja com a imagem de Nosso Senhor dos Passos e as mulheres saem de outra igreja com Nossa Senhora das Dores. Acontece então o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho. O padre, então, proclama o célebre Sermão das Sete Palavras, que na verdade são sete frases:

1. Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. (Lc 23,34 a);
2. Hoje estarás comigo no paraíso. (Lc 23,43);
3. Mulher eis aí o teu filho, filho eis aí a tua mãe. (Jo 19,26-27);
4. Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonastes?! (Mc 15,34);
5. Tenho sede. (Jo 19,28 b);
6. Tudo está consumado. (Jo 19,30 a);
7. Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito. (Lc 23,46 b).

O sacerdote, diante das imagens, faz uma reflexão com estas frases, chamando o povo à conversão e à penitência. O silêncio é grande, já que a imagem de Nosso Senhor dos Passos mostra-o com a cruz às costas.

A expressão dos rostos das imagens é de dor e sofrimento. Algumas imagens de Nossa Senhora das Dores mostram-na abraçada a uma espada, lembrando certamente a profecia de Simeão: “Uma espada de dor te traspassará a alma”.
Quando estive na Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém, fiquei muito emocionado quando vi a imagem de Nossa Senhora das Dores.
No local onde, segundo a tradição, foi colocado Jesus crucificado, tem um buraco no chão. Onde foi colocada a cruz de Jesus, está embaixo um altar. A gente precisa ajoelhar-se para colocar a mão lá dentro. Imagine a emoção...

Só que antes de chegar a este lugar santo, a gente passa em frente à imagem de Nossa Senhora das Dores. Belíssima... Quem a fez conseguiu como que umedecer o seu rosto, e é como se ela estivesse chorando, mas com o rosto sereno. Sofrido, mas sereno. Chorei muito ao contemplá-la.

É tudo isso que vivemos neste tempo de profunda reflexão.
Nossa fé é pascal, passa pelo sofrimento, morte e ressurreição do Senhor.

Sigamos os passos de Jesus, sempre com Maria.

Diácono Nelsinho Corrêa
Mestre de Noviços da Comunidade Canção Nova